Onde o ‘burnout’ é mais comum? Conheça as profissões no topo da lista!
As áreas de trabalho mais propensas à síndrome de burnout: conheça os sinais e encontre equilíbrio na sua carreira.
A síndrome de burnout, também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, passou a ser mais discutida, principalmente depois da pandemia, e, por isso, agora é classificada como doença ocupacional pela OMS.
Essa classificação fez com que as empresas tivessem um pouco mais de atenção sobre a saúde mental de seus colaboradores. Hoje, falaremos das áreas profissionais em que essa síndrome mais se manifesta. Acompanhe a seguir!
Áreas profissionais e a síndrome de burnout
A classificação sobre quais são as áreas em que essa síndrome mais se manifesta foi feita através de uma plataforma online, a Way Minder, que apontou os casos como nulos (de 0 a 18), baixos (de 19 a 32), moderados (de 33 a 49), altos (de 50 a 59) e graves (de 60 a 75).
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Dentre as profissões, podemos destacar o RH, com 43 pontos, o setor de vendas, com 42 pontos, a área da educação com 42 pontos, as áreas de liderança com 40 pontos, o setor administrativo com 38 pontos e o setor de TI com 36 pontos.
As áreas que possuem classificação maior que 30 pontos podem sinalizar um alerta de que a doença está em fase moderada, e as empresas devem monitorar de perto a saúde mental dos funcionários.
Além disso, também é preciso utilizar estratégias para que esses indicadores sejam reduzidos ao máximo o quanto antes.
Doenças ocupacionais
Além da síndrome de burnout, que foi classificada como doença ocupacional, existem outras doenças que também aparecem com frequência nos colaboradores de empresas, e isso pode afetar diretamente a saúde mental e física deles.
Confira algumas delas a seguir:
Compulsão
O colaborador que desenvolve algum tipo de compulsão ou dependência é aquele que tenta procurar alguma forma de aliviar suas tensões que provêm do trabalho em algo, podendo ser compulsão alimentar, dependência em álcool, compulsão por jogos e muito mais.
Ansiedade
Outra doença que também é muito comum no meio corporativo é a ansiedade, que pode estar associada principalmente a pensamentos negativos do futuro.
Assim, tudo pode parecer ser um grande problema, e quando esse transtorno é generalizado, algumas crises podem acabar sendo mais graves, aparecendo sintomas no corpo.
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Depressão
A depressão também é uma doença ocupacional, e pode causar sintomas físicos como dores de cabeça, tristeza profunda, estresse e falta de esperança para o futuro.
Noites de sono ruins
Quando os colaboradores possuem trabalho em excesso, é comum que alguns transtornos relacionados ao sono também apareçam, fazendo com que a insônia passe a ser comum.
Como consequência, a produtividade diminui, o estresse aumenta e outros transtornos também podem aparecer por conta disso.
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