Nubank vai dar R$ 225 milhões em ações de graça para clientes em IPO – Veja como ganhar!

As ações serão distribuídas através do programa NuSócios e poderão ser vendidas após 12 meses.

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O Nubank está em negociações para abrir o capital no mercado de ações do Brasil e EUA por meio de uma oferta pública inicial (IPO), informou a Reuters, citando pessoas a par do assunto.

A abertura de capital será feita na bolsa a New York Stock Exchange (NYSE), de Nova Iorque, mas os brasileiros que desejarem manter seus investimentos no Brasil poderão investir na empresa através dos BDRs (Brazilian Depositary Receipts). O Nubank estima que cada um dos BDRs serão equivalentes a 1/6 de uma ação ordinária na bolsa americana.

Além disso, o banco já anunciou que vai dar 225 milhões em ações para seus clientes. O Nubank, através do programa NuSócios vai dar de graça BDRs que poderão ser negociadas depois de 12 meses. Para os clientes aceitarem sua BDR basta seguir as orientações dos convites que serão enviados no dia 9 de novembro.

Os convites serão enviados aos clientes que estejam ativos, cuja contas não estejam bloqueadas, que não estejam inadimplentes por mais de 8 dias corridos e que tenham realizado ou recebido pelo menos uma operação na Nubank nos últimos 30 dias antes de aderir ao programa.

Sobre o Nubank

O Nubank foi avaliado recentemente em US$ 25 bilhões, após uma rodada de financiamento da Série G de US$ 400 milhões em janeiro. O IPO seria um dos maiores ocorridos recentemente na América do Sul. A co-fundadora da FinTech, Cristina Junqueira, disse na época que o banco poderia atingir a lucratividade em 18 meses.

“Estamos realmente esperançosos de que 2021 seja um ano em que seremos capazes de talvez aumentar nossa exposição no lado do crédito em dez vezes”, disse Junqueira.

O Nubank, lançado em 2014, começou primeiro apenas com uma oferta de cartão de crédito, construindo a confiança dos clientes sem exigir que entreguem qualquer dinheiro adiantado, como fariam com um cartão de débito. Este ainda é o modelo deles hoje ao entrar em novos mercados.

“Assim que conseguimos construir essa confiança com os clientes, lançamos contas de débito e poupança. Esse é o manual que seguimos [no Brasil] e hoje temos mais contas de poupança do que clientes de crédito”, disse o CEO e fundador David Vélez à PYMNTS em uma conversa recente.

Construir a confiança do cliente foi especialmente importante no ano passado em meio à pandemia de COVID-19, quando até mesmo os consumidores menos favoráveis ​​ao digital tiveram que fazer a troca.

“A crise está forçando a adoção de dados demográficos que, em tempos normais, levariam muito tempo para digitalizar”, disse Vélez à PYMNTS. “Depois que a crise passar, só veremos uma aceleração ainda maior de clientes dispostos a usar o banco digital.”

A Nubank, que registrou prejuízo líquido de US$ 41,9 milhões no final de 2020, agora atende a mais de 35 milhões de clientes em toda a América Latina, de acordo com a Bloomberg.

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